As
fotos radiônicas são um dos casos mais curiosos que
as energias sutis podem nos apresentar.
Elas foram
obtidas pela primeira vez pela pesquisadora americana Ruth Drown
nos anos 50, por meio de um equipamento de uma certa simplicidade,
cujo esquema apresentaremos num dos próximos artigos. Um
pouco mais tarde os laboratórios Delawarr na Inglaterra
por sua vez construíram um equipamento fotográfico,
só que desta vez bem mais complexo, com o qual produziram
mais de 10.000 fotografias.
Infelizmente
estes instrumentos não são completamente autônomos,
é necessário para a obtenção de bons
resultados que em sua proximidade se encontre algum médium
de efeito físico, o qual não precisa obrigatoriamente
estar envolvido com a execução do trabalho.
Contarei essa
historinha detalhadamente num próximo artigo.
Foto
do abdome feita após uma cirurgia.
É possível observar a incisão cirúrgica.
Laboratórios Drown - anos 50
Glândula
pineal.
Assim como a foto acima esta foi obtida a distância, a partir
de um testemunho de sangue do paciente.
Laboratórios Drown - anos 50
A
mais famosa fotografia radiônica, obtida a partir de um
testemunho de sangue de uma mulher grávida que se encontrava
a 80 Km de distância.
Este equipamento permitia um ajuste no tempo, no caso a camera
estava sintonizada para 3 meses no futuro.
Laboratórios Delawarr - anos 50
Tuberculose
dos pulmões. O que é notável é que
o paciente tinha apenas um pulmão. O segundo pulmão
é apenas a imagem etérica do órgão.
Miss E. Baerlein e Mrs. L. Dowe - anos 50